Engana-se quem pensa que abrir o próprio escritório de advocacia significa trabalhar mais horas sozinho para dar conta dos diversos desafios que o negócio próprio abrange. Fluxo de caixa, retenção de clientes, gestão de pessoas e uso de tecnologia são apenas alguns dos pontos críticos que determinam o desempenho financeiro dos empreendimentos dos profissionais do Direito.
O advogado e professor Cristiano Ferreira aponta que é necessário que os escritórios de advocacia sejam tratados como uma empresa. “O profissional tenta fazer tudo sozinho, mas isso cria gargalos. O segredo está em aplicar inteligência empresarial, com foco em indicadores como ROI – retorno sobre o investimento, ticket médio e retenção, para que o escritório cresça de forma sustentável”, afirma.
Assim, o especialista defende o uso da tecnologia e a inteligência artificial como aliadas na automação de tarefas repetitivas, liberando o advogado para atividades estratégicas.
A seguir, Ferreira aponta sete pilares que podem elevar o faturamento de um escritório sem que o sócio precise dobrar a carga de trabalho: